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UE considera sanções contra a Rússia por causa de bombadeio na Síria, diz jornal

A União Europeia (UE) poderia ameaçar a Rússia com sanções em relação ao bombardeio em Aleppo, na Síria, de acordo com um esboço do comunicado do encontro de autoridades da UE, cujo jornal londrino The Guardian teve acesso.

Chegando para a reunião em Bruxelas nesta quinta-feira, a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, tinha incitado outros líderes para pressionar o Kremlin a parar suas "terríveis e repugnantes" atrocidades na Síria. A premiê disse ainda que a Europa precisava tomar uma "postura robusta e unida" diante da agressão russa. O presidente da França, François Hollande, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, também intensificaram a pressão sobre a Rússia.

De acordo com Hollande, "todas as opções estão em aberto enquanto não há nenhuma trégua que seja respeitada".

De acordo com o jornal, a linguagem dos três maiores países da UE foi ecoada em um esboço do comunicado da cúpula que foi significativamente mais forte do que as versões anteriores. "A UE está considerando todas as opções, incluindo novas medidas restritivas dirigidas contra indivíduos e entidades que apoiam o regime, se as atrocidades atuais continuarem", disse.

Fontes da UE disseram que não esperam uma decisão na quinta-feira à noite, mas querem garantir que ao menos uma ameaça esteja sobre a mesa. Se as sanções foram acordadas, diplomatas iriam elaborar uma lista de nomes russos e organizações que estariam sujeitas a proibições de viagem e congelamento de bens.

No início desta semana, chanceleres da UE disseram que a Rússia poderia ser culpada de possíveis crimes de guerra em Aleppo, mas não chegaram a pedir sanções contra os russos. Os Ministros acordaram em alargar as sanções contra a Síria.