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Índice de infestação do Aedes aegypti é preocupante em Toledo

(Foto: Colaboração Prefeitura de Toledo) -   Índice de infestação do Aedes aegypti é preocupante em Toledo
(Foto: Colaboração Prefeitura de Toledo)

A equipe do Combate de Endemias de Toledo realizou nos dias 5 e 6 de novembro o último Lira (Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti) do ano. É o sexto realizado em 2018. Segundo a classificação do Ministério da Saúde, o índice geral do município atingiu o "médio risco", com 1,5% de infestação.

A série histórica do ano apresentou números baixos, se comparados a outros anos. Em janeiro 3,2%; em março 3,0%; já o terceiro Liraa do ano, realizado em maio atingiu 1,2%; com o frio caiu ainda mais e desta vez para 0,4%; em setembro atingiu o melhor índice dos últimos anos, com 0,1%; e agora voltou a crescer.

"É um pouco preocupante, pois logo começam as férias e estamos com um clima bastante chuvoso. Com a chegada do calor, as larvas eclodem com maior rapidez. Como percebemos que as pessoas deixaram um pouco de lado os cuidados isso se refletiu no aumento do índice de infestação. O Ministério da Saúde preconiza que seja abaixo de 1%. Apesar do índice geral não ter ficado tão acima, em várias regiões da cidade encontramos várias larvas do mosquito e isso resultou em índices de até 8,3%", informou o coordenador de Combate às Endemias, Selídio José Schmitt.

Ele chama a atenção, pois todos os criadouros são de fácil remoção, ou seja, basta um pouco mais de atenção por parte da população para não deixar água parada ou caixas d água destampadas. "Se todos observarem esses recipientes conseguiremos controlar a proliferação do mosquito em nosso município", frisa Schmitt.

Toledo tem registrados três casos de dengue importados, ou seja, doença contraída fora do município. E outros dois casos autóctones, que são aqueles casos contraídos dentro do município. Como os ciclos da doença se comportam de forma sazonal e este ano houve um baixo índice de infestação em todo o Estado do Paraná, a preocupação das autoridades é que para o próximo ano esses números se comportem de forma diferente e bem mais agressiva.

Depósitos

Em ordem decrescente, as larvas dos mosquitos foram encontradas em: balde (7), tambor (5), Vaso de planta (5), Caixa d água (4), Lixo doméstico (4), Vaso Sanitário (3), Caixa de gordura (2), Pneus (2), Bebedouro animal (1), Calçado (1), Fonte (1), Piscina (1), Televisor (1).

"São todos locais de fácil remoção, basta que as pessoas tenham mais atenção e cuidem bem de seus imóveis", acrescenta o coordenador de Combate às Endemias.

Colaboração Prefeitura de Toledo

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