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A pedido do Conselho Tutelar, MP pedirá contratações imediatas para Abrigo Municipal de Maringá

Abrigo tem 12 crianças e adolescentes (Foto: Marcello Casal Jr./ABr) - A pedido do Conselho, MP pedirá contratações imediatas para abrigo
Abrigo tem 12 crianças e adolescentes (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

A pedido do Conselho Tutelar, o Ministério Público deve requisitar à Prefeitura Municipal de Maringá a contratação imediata de seis servidores para o Abrigo Municipal. A recepção de novas crianças e adolescentes foi suspensa devido à sobrecarga de trabalho.

Atualmente, apenas dois servidores trabalham por turno para cuidar das 12 crianças e adolescentes, dois deles especiais e até um bebê de dez meses. O Sindicato dos Servidores Municipais apresentou ao Ministério Público a denúncia de risco no Abrigo Municipal devido à necessidade de mais contratações.

A situação caótica se estende desde maio, quando o Lar Bethânia foi fechado e as crianças e adolescentes seguiram para o Abrigo Municipal.  O Conselho Tutelar também buscou a Promotoria da Infância e Juventude e defendeu que as contratações já deveriam ter ocorrido há meses.

O órgão pede seis servidores para dar conta da demanda em quatro turnos e o MP entrará na discussão.

Executivo

A Prefeitura Municipal de Maringá comunicou que precisa debater as contratações com a equipe de transição, pois recebeu uma recomendação do MP de não assinar com novos servidores. Porém, o prefeito eleito Ulisses Maia rechaçou a versão do atual Executivo e declarou que o debate sobre o Abrigo Municipal vem desde maio, por isso, já devia ter sido resolvido. Ele defendeu que a atual administração jogou a responsabilidade para a comissão de transição, na tentativa de fugir da responsabilidade.

Colaboração Célia Martinez da Rede Massa