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Audiência termina e Manvailer será ouvido somente no ano que vem

(Foto: Reprodução)  - Audiência termina e Manvailer será ouvido somente no ano que vem
(Foto: Reprodução)

Luiz Felipe Manvailer, acusado de envolvimento na morte da esposa, a advogada Tatiane Spitzner, que deveria depor na segunda audiência de instrução e julgamento do caso, não foi ouvido nesta quinta-feira (13), devido à falta de algumas diligências no processo. Com isso, a previsão é de que o depoimento de Manvailer aconteça somente em 2019, depois dos recessos de final de ano.

Estavam marcados para hoje (13), que 15 testemunhas e o acusado fossem ouvidos. No entanto, apenas 10 pessoas falaram, e as outras cinco testemunhas foram dispensadas. A audiência teve início por volta das 9h, parou para o intervalo do almoço, e finalizou à tarde, por volta das 18h. Manvailer acompanhou alguns depoimentos dentro da sala e outros do lado de fora, onde também tinha acesso às falas e podia acompanhar tudo o que foi dito.  

Pela manhã, o pai e a irmã de Tatiane foram ouvidos. Jorge Spitzner depôs por duas horas, e afirmou que a filha pretendia se separar e recomeçar a vida. No período vespertino, um policial, um vizinho, e dois amigos em comum do casal, além de três testemunhas de defesa, falaram.

Uma das testemunhas afirmou que Tatiane não tinha quadro de depressão e que usava apenas anabolizantes prescritos por um médico, que não apresentariam efeitos colaterais. Este depoimento contraria a afirmação da defesa de Manvailer, que se baseia na hipótese de que a vítima teria cometido suicídio.

Luiz Felipe Manvailer é acusado de matar a esposa por asfixia, e jogar o corpo da mulher do quarto andar do prédio onde moravam, em Guarapuava. O crime foi registrado em 22 de julho deste ano, e chocou o país.

Colaboração Kryssia Kosmos/ Rede Massa