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Campanha mostra o racismo institucional nas empresas

(Foto: Divulgação) - Campanha mostra o racismo institucional nas empresas
(Foto: Divulgação)

O governo do Estado, juntamente com o Conselho Estadual da Promoção à Igualdade Racial e Assessoria Especial de Juventude, lançou uma campanha que expõe o racismo institucional. Este acontece quando empresas públicas e privadas diferenciam candidatos e empregados de acordo com a origem étnica, cor de pele ou cultura.

Em parceria com uma empresa real de recrutamento, profissionais em busca de emprego - todos brancos - são convidados para participar de uma entrevista em uma empresa fictícia.  O que os candidatos não sabiam é que estavam participando de um experimento intitulado "Processo Seletivo".

Durante a entrevista, o recrutador oferece vagas difíceis de encarar, com direito a bullying, assédio moral, salários inferiores aos demais profissionais e até alterações em características físicas. O filme mostra que nenhum dos candidatos brancos aceitou trabalhar em tais condições e reforça o conceito da campanha: se você não aceita isso para você, por que um negro deveria aceitar?

O assessor especial de Juventude do Governo do Paraná, Edson Lau Filho, lembra que mais da metade da população brasileira é negra (54%),  mas o racismo ainda é uma realidade constante e fica muito evidente nas estatísticas: 82,6% dos negros declaram que a cor da pele influencia na hora de conseguir um emprego; os negros são a maioria entre os desempregados (60,6%) e ganham, em média, 37% menos que os brancos nas mesmas funções.

Veja aqui o vídeo da campanha.

Colaboração AEN

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