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Caso Daniel: Como estão os réus do processo quatro meses após o crime

(Foto: Lucas Rocha/Rede Massa) - Caso Daniel: Como estão os réus do processo quatro meses após o crime
(Foto: Lucas Rocha/Rede Massa)

Há quase quatro meses o país parou para acompanhar uma tragédia que teve como cenário a cidade de São José dos Pinhais: o assassinato brutal do jogador Daniel Corrêa Freitas, de 24 anos, após uma festa na casa da família Brittes. No dia 27 de outubro de 2018, o corpo do atleta foi encontrado seminu em um matagal, com o pênis decepado e um corte profundo no pescoço.

Deste então, o caso foi alvo de uma grande investigação e, aos poucos, a morte de Daniel foi esclarecida. Edison Brittes, sua esposa, Cristiana Brittes, e a filha do casal, Allana Brittes, junto com outros quatro suspeitos – Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, David Willian Vollero Silva, Ygor King e Evelyn Brisola Perusso – se tornaram réus no processo. Somente Evelyn não teve a prisão preventiva decretada, e permanece em liberdade.

Agora, as audiências de instrução – que começaram nesta segunda-feira (18) – decidem o futuro dos sete acusados pelo assassinato do atleta, que acompanham os depoimentos em uma sala anexa ao local em que testemunhas e informantes são ouvidas, no Fórum de São José dos Pinhais.

Como estão?

Edison Brittes, autor confesso do crime, chegou ao local de camisa social, paletó cinza e algemas nas mãos e nos pés – retirada após decisão da juíza. Com o cabelo cortado e visivelmente mais magro, o réu fitou a imprensa por alguns momentos durante o depoimento da mãe do jogador, Eliana Corrêa.

Na sala, que conta com isopor com água para os réus, também estão Cristiana e Allana Brittes. Com pouca maquiagem e uniforme da Penitenciária Feminina de Piraquara, mãe e filha demonstraram emoções diferentes: Cristiana, com os braços cruzados, olhava de forma mais emocional para os demais, enquanto a filha, Allana, observava a situação com pouca emoção aparente.

De chinelo e camisa polo cinza, David Vollero, por sua vez, foi o réu que mais prestou atenção em Eliana. Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, que veste uma camisa vermelha, olhou somente de canto de olho, de forma apreensiva. Assim como os demais, Ygor King – que está de camisa verde – também chegou ao fórum algemado e de chinelo.

Como não está presa, Evelyn – que chegou ao Fórum com os cabelos escuros, de calça preta, blusa branca e blazer vermelho – ficou separada dos demais réus.

Colaboração Jairo Nascimento/Rede Massa

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