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Caso Daniel: Justiça nega habeas corpus para Evellyn

(Foto: Reprodução/ Rede Massa)  - Caso Daniel: Justiça nega habeas corpus para Evellyn
(Foto: Reprodução/ Rede Massa)

Evellyn Brisola Perusso teve o habeas corpus negado pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) na quinta-feira (21). Ela é denunciada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) no caso ligado à morte do jogador de futebol Daniel Correa Freitas, assassinado em outubro de 2018.

A acusada por fraude processual, corrupção de menores, denunciação caluniosa e falso testemunho, Evellyn é a única pessoa entre os suspeitos que não está presa e havia entrado com o recurso de forma preventiva. Com a decisão, o processo tem continuidade e não há garantias para que a jovem não seja presa caso haja um mandado.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Paraná, a defesa de Evellyn pediu o trancamento da ação penal. Conforme o relator da ação, a peça acusatória descreveu adequadamente que há indícios da participação da paciente no cometimento dos delitos, e não se verificou de forma cristalina a ausência de justa causa para a ação penal no tocante aos crimes de denunciação caluniosa e falso testemunho.

Depoimento

Evellyn prestou depoimento na Delegacia de São José dos Pinhais, que investigou o caso, no dia 12 de novembro. Ela contou que Edison Brittes, principal acusado pelo assassinato, teria a obrigado a limpar a área onde Daniel foi brutalmente agredido. A jovem ainda afirmou fez almoço para todos que estavam na casa depois do crime.

O caso

Daniel Correa Freitas, na época com 24 anos, veio para Curitiba para participar da festa de aniversário de uma amiga, Allana Brittes, em uma casa noturna. Depois da balada, a vítima foi até a casa da família de Allana, em São José dos Pinhais, onde a confusão, que culminou na morte do jogador, aconteceu.

Daniel foi encontrado morto no dia 27 de outubro, com o pênis decepado e um corte profundo no pescoço, que apontou uma tentativa de decapitação.

Ao todo, seis pessoas estão presas por envolvimento no crime e sete respondem pelo processo.