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CMTU tem contas reprovadas por ‘calote’ que passa dos R$ 10 milhões

(foto: Google Maps/Reprodução) - CMTU tem contas reprovadas por ‘calote’ que passa dos R$ 10 milhões
(foto: Google Maps/Reprodução)

As prestações de contas anuais de 2007 e de 2010 da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU-LD) foram julgadas irregulares pela Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR). A análise de ambas as contas foi feita durante a sessão nº 38, de 26 de outubro.

O relator das contas de 2007, conselheiro Fabio Camargo, considerou irregular a existência de créditos vencidos e não recebidos, no valor de R$ 1.926.153,46, correspondente a 54,66% do valor total do ativo. Além disso, a entidade apresentou inadimplência de obrigações a pagar, fiscais e previdenciárias no valor de R$ 9.553.815,27, correspondente a 271,13% do total do passivo.

O conselheiro acompanhou os pareceres da Coordenadoria de Fiscalização Municipal (Cofim) e do Ministério Público de Contas (MPC), que opinaram pela desaprovação das contas. A gestão no período era de responsabilidade de Francisco Carlos Moreno, presidente no período de 1º de janeiro a 4 de abril 2007, e de Mauro Shiguemitsu Yamamoto, presidente entre 5 de abril e 31 de dezembro daquele ano.

Serviços públicos

A Segunda Câmara do TCE-PR também desaprovou as contas de 2010 da CMTU-LD, cujo relator do processo foi o conselheiro Nestor Baptista. A unidade técnica e o MPC entenderam que as contas estão irregulares em função de obrigações vencidas e não pagas ao final daquele exercício, principalmente das empresas prestadoras de serviços de utilidade pública como telefonia, água e energia, tendo por credores, respectivamente, Sercomtel, Sanepar e Copel.

As contas eram de responsabilidade de Lindomar Mota dos Santos, gestor no período de 1º de janeiro a 23 de fevereiro; Nelson Ricardo Rossi Brandão, presidente de 24 de fevereiro a 20 de abril; e André Oliveira Nadai, presidente entre 21 de abril e 31 de dezembro de 2010.

Cabem recursos nos dois processos.

(com informações do TCE/PR)