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Com reajuste abaixo da inflação, professores de escolas particulares fazem assembleia em Londrina

(foto:  Cesar Brustolin/ SMCS) - Com reajuste abaixo  da inflação, professores de escolas particulares fazem assembleia
(foto: Cesar Brustolin/ SMCS)

O Sindicato dos Profissionais das Escolas Particulares de Londrina e Norte do Paraná (Sinpro) marcou para sábado (9) uma assembleia geral para discutir a proposta salarial enviada pelo sindicato patronal da categoria.

Enquanto a reivindicação de reajuste era de 12%, o apresentado pelos patrões foi 7,5%, abaixo dos 11,08% de inflação registrados no período.

Em outras negociações, junto às creches e ao sistema S, foi conquistado aumento de 21% neste ano.

“Desde dezembro de 2015 estamos levantando os índices das mensalidades, muito além do índice inflacionário. Também temos acompanhado as contratações, que aumentaram 50% em relação ao mesmo período do ano passado e, mais uma vez, as escolas privadas querem colocar na conta do trabalhador, a margem de lucro deles. A proposta de 7,5% mostra que o Sinepe não tem conhecimento do grau de insatisfação que os profissionais da educação têm com relação aos seus vencimentos”, diz o presidente do Sinpro, André Cunha.

Na assembleia de sábado, serão discutidas mobilizações e até uma possível paralisação.  “Temos percebido que o ensino privado em Londrina tem encontrado condições para atingir suas metas, uma referência em termos de capacidade econômica, e ao mesmo tempo, no âmbito da negociação, o Sinepe vende um cenário de muita dificuldade, crise econômica para justificar a proposta abaixo do índice”.

 A assembleia está marcada para começar às 9h na sede do sindicato, na rua Delaine Negro, 75.

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