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Confusões envolvem taxistas e motoristas do aplicativo Uber

(Foto: Colaboração / Rede News 24h) - Confusões envolvem taxistas e motoristas do aplicativo Uber
(Foto: Colaboração / Rede News 24h)

Duas situações envolvendo taxistas e motoristas do aplicativo Uber foram registradas pela Polícia Militar entre a noite desta quarta-feira (7) e a madrugada desta quinta-feira (8), em Curitiba e em São José dos Pinhais. As ocorrências demandaram apoio para controlar os ânimos.

A primeira ocorrência foi na área de desembarque da Rodoferroviária de Curitiba. A PM foi acionada após a tentativa de agressão a um motorista do aplicativo Uber. A Guarda Municipal também esteve no local. Ninguém foi preso ou ficou ferido.

Na madrugada desta quinta-feira, inicialmente foi realizado um protesto relacionado ao Uber nas imediações do Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais. A PM posteriormente recebeu ligações de bloqueios de acessos ao terminal e bastante confusão.

Conforme informações obtidas pelo Massa News, com as vias interditadas, vários passageiros tiveram que deixar os veículos e andar até o aeroporto para não perder os voos. De acordo com a PM, não houve feridos nesta confusão.

A reportagem ouviu um motorista do aplicativo, que contou detalhes sobre o desentendimento. De acordo com ele, a confusão começou com taxistas, que impediram a circulação dos veículos da Uber na região. O motorista ainda disse que é frequente as discussões envolvendo pessoas ligadas à Uber e taxistas por causa do transporte de passageiros. Ele ainda afirmou que alguns taxistas danificaram alguns carros de motoristas do aplicativo, dando chutes na lataria dos veículos.

Atualização

O Massa News procurou o Sindicato dos Taxistas de São José dos Pinhais (Sinditáxi) para obter uma posição sobre o caso, mas foi informado que somente o presidente da entidade pode falar sobre o assunto. No entanto, ele está em viagem.

O diretor da União dos Taxistas de Curitiba (UTC), Nilson Silva, disse que a entidade não se envolveu nos protestos. No entanto, ele salientou que os taxistas estão sendo prejudicados pela atuação dos motoristas da Uber. Silva disse que o chamado "segundo piloto" não está mais "levando dinheiro para casa", entre outras situações desencadeadas pelo transporte que ele considerou como "pirata".

A categoria se mobilizou para acompanhar a votação do projeto de lei 5587/2016, que tramita no Congresso Nacional e que seria analisado nesta quarta-feira. Mas a apreciação foi adiada. Alguns taxistas paranaenses foram para Brasília com o objetivo de acompanhar esta votação.

Colaboração Paula Schreiber e Rede News 24h

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