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Direitos de crianças e adolescentes são fortalecidos em Rio Branco do Sul

Agentes que integram a Rede de Proteção da Infância e Adolescência de Rio Branco do Sul participaram nesta quarta-feira (13) de um workshop com a assessora jurídica do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Criança e do Adolescente do Ministério Público do Paraná, Ângela Mendonça, para estimular o planejamento de ações que promovam o desenvolvimento integral infanto-juvenil no município. A capacitação, promovida pela Associação Gente do Bem, com apoio da Votorantim Cimentos, amplia as possibilidades dos direitos de meninos e meninas em Rio Branco do Sul.

O objetivo do evento foi engajar e construir ações para que, de forma coletiva, as políticas de enfrentamento dialoguem entre si, com o intuito de proteger integralmente meninos e meninas da cidade. A rede é formada por educadores, gestores e atores que atuam na proteção da criança e adolescente. “Propusemos esta atividade, pois um dos focos da Votorantim Cimentos na cidade é contribuir para a formação cidadã da criança e do adolescente. Por isso, investimento em ações e projetos sociais, como o apoio à Associação Gente de Bem”, ressalta Fernanda Ramos, da área de responsabilidade social da empresa.

A formação contínua dos integrantes da rede visa capacitar o atendimento de crianças nos diferentes serviços públicos do município. “O trabalho em rede representa uma quebra de paradigmas dos modelos de proteção. A organização visa a participação e o envolvimento de todos os atores na busca da não hierarquização das decisões. Quando a cidade enxerga a sua potencialidade, fortalece o seu potencial protetivo”, explica Ângela, que também é pedagoga e professora. “No encontro, organizamos um mapa da cidade para identificar as situações de vulnerabilidade. Assim, os agentes saíram da reunião para encaminhar e seu auto organizar na atuação pela rede, que é feita por uma construção coletiva e que precisa de engajamento de todos os órgãos e atores corresponsáveis. Ao somar os esforços, os agentes articulam soluções concretas e definitivas nos casos atendidos”, destacou.

A Rede de Proteção da Infância é formada por várias áreas do poder público e de agentes que atuam da defesa da criança e adolescente. “É um dever da sociedade proteger a criança. Para poder proteger é necessário dominar o assunto e seguir as diretrizes de atendimento às crianças em situações de vulnerabilidade. A formação para estes agentes é fundamental porque precisamos entender a importância ‘do proteger’. A missão desses encontros é, em uma das etapas, cuidar também do cuidador, com atividades psicológicas para quem atua no enfrentamento”, explica Luciando Diniz, coordenador da Associação Gente do Bem, que realiza a formação com apoio da Votorantim Cimentos.

A Rede de Proteção da Infância e Adolescência do Rio Branco do Sul, criada para trocar informações e experiências entre os agentes que atuam no sistema de garantia de direitos, é formada por colaboradores da Casa Lar, agentes do Conselho Tutelar, Secretarias de Educação, Assistência Social e Saúde, Conselhos municipais, Segurança Pública e Promotoria.

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