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Em Maringá, integrantes do Judiciário protestam contra alterações nas 10 medidas contra corrupção

Em Maringá, integrantes do Judiciário protestam contra alterações nas 10 medidas contra corrupção Em Maringá, integrantes do Judiciário protestam contra alterações nas 10 medidas contra corrupção

Juízes, promotores, servidores do Judiciário e estudantes de Direito fizeram um protesto no início da tarde desta quinta-feira (1º) contra as modificações aprovadas pelos deputados federais no pacote das 10 medidas contra a corrupção.

O projeto de lei de iniciativa popular foi formulado pelo Ministério Público Federal e conseguiu 2 milhões de assinaturas em todo o país. Em uma madrugada de votação, os deputados fizeram alterações, como a possibilidade de juízes e promotores responderem por abuso de autoridade.

O Judiciário respondeu imediatamente com protestos em todo o Brasil, como o que aconteceu em Maringá nesta quinta-feira. O diretor do Fórum de Maringá, juiz Willian Artur Pussi, defendeu que o país não pode viver com o Judiciário “amarrado”.

“Nós temos que manifestar, demonstrar, para que a população saiba. Nós não aceitaremos as mordaças porque nós temos compromissos com uma geração futura”, declarou.

O magistrado Juliano Manica argumentou que as mudanças no pacote das 10 medidas contra a corrupção podem prejudicar investigações em curso, como a própria Lava Jato.

“A sociedade, através dessas instituições, está chamando a atenção dos nossos políticos para que reflitam melhor e não desvirtuem aquele projeto de lei de iniciativa popular, que contou com mais de 2 milhões de assinaturas”, ressaltou Manica.

Em Mandaguari, o protesto também foi marcado, chamado pelo Observatório Social e Associação Comercial, juntamente com os integrantes do Judiciário.

Colaboração Índio Maringá da Rede Massa