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“Eu vi que ela estava morta e por isso deixei ela lá”, diz suspeito de matar Jeniffer

(Foto: André Almenara) - “Eu vi que ela estava morta", diz suspeito de matar Jeniffer
(Foto: André Almenara)

O suspeito de matar e estuprar Jeniffer Tavares foi apresentado na Delegacia da Polícia Civil, na manhã desta sexta-feira (10), e deu detalhes do crime. Carlos Alberto Dias da Silva, de 29 anos, afirmou que antes da adolescente ser morta, os dois tiveram relações sexuais em um motel e estavam sob o efeito de drogas.

“Quem matou ela foi a droga, usamos cocaína, bala (LSD) e ainda bebemos”, contou. O homem, no entanto, negou as agressões contra a jovem, que, de acordo com o laudo do Instituto Médico Legal (IML), foi estuprada e morta por esganadura. Porém, ele confessou que abandonou o corpo no final da Avenida Mandacaru, na tarde de domingo (5).

“Eu fiquei desesperado e fiz isso aí. Eu estava sem rumo, vi que ela estava morta e por isso deixei ela lá”.

Para a Polícia Civil, a versão do suspeito é contraditória. A história contada pelo homem, de acordo com o delegado Diego de Almeida, não concorda com a confirmação do IML.

“O suspeito não sabe e não consegue explicar porque a vítima foi encontrada com marcas de esganadura, traumatismo craniano e com violência sexual. Questionamos o homem, perguntamos porque ele não a levou ao hospital, já que viu que ela estava passando mal, mas ele não soube se justificar”, disse o delegado.

O suspeito está detido temporariamente por 30 dias, prazo que será utilizado para a conclusão do inquérito. Mesmo assim, o delegado afirmou que o pedido de prisão preventiva será feito para que o homem responda ao processo preso.

Colaboração Índio Maringá/Rede Massa

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