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Exame preliminar não indica sinais de febre amarela em macaco

(Foto: Reprodução/ Massa News)  - Exame preliminar não indica sinais de febre amarela em macaco
(Foto: Reprodução/ Massa News)

Em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (14), a Prefeitura de Cascavel falou sobre a morte de um macaco registrada no domingo (11), no Lago Municipal da cidade. O animal foi submetido à exames para identificar se a causa da morte tem, ou não, relação com a febre amarela.

De acordo com a veterinária Paula Liss, assim que o corpo do macaco foi recolhido pela vigilância ambiental, um exame de necropsia foi realizado, e não identificou sinais de icterícia, ou seja, o animal não apresentou pele amarelada, um dos principais sintomas da doença. O macaco também não tinha sinais de lesões ou agressão. 

Mesmo assim, foi recolhido material para confirmar, em um exame específico, se a morte tem relação com a enfermidade. O resultado deste exame deve sair no início da próxima semana.

Os moradores das proximidades de onde o macaco foi encontrado morto estão sendo visitados e monitorados por equipes de saúde pública, que alertam para que a população fique de olho nos possíveis focos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da doença.

Orientações

A prefeitura de Cascavel orienta que a população evite transitar com animais domésticos nas proximidades do lago, até que o caso seja esclarecido. Além disso, é necessário que os moradores verifiquem se estão imunizados contra a doença, buscando o registro em suas carteiras de vacinação. A vacina é tomada apenas uma vez, e não precisa de reforços.

Febre amarela

Desde julho de 2017, foram registrados 353 casos, e 98 mortes por febre amarela no Brasil, de acordo com balanço divulgado pelo Ministério da Saúde no início de fevereiro. Por meio de nota, o ministério reforçou que não há registro confirmado de febre amarela urbana, e que os casos registrados aconteceram em pacientes que moram, ou trabalham na área rural.

Colaboração Cristiane Guimarães (Rede Massa)/ Agência Brasil