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Exames do IML não obtém material genético suficiente no carro de policial

(Foto: Reprodução/Facebook) - Exames do IML não obtém material genético suficiente no carro de PM
(Foto: Reprodução/Facebook)

Os exames realizados em manchas de sangue encontradas no carro do policial militar Diogo Coelho Costa, acusado de matar Andrielly Gonçalves da Silva, não foram capazes de identificar nenhum material genético no veículo. De acordo com nota enviada pela secretaria de estado de Segurança Pública, este meio de investigação foi “infrutífero”.

As manchas de sangue no veículo de Diogo foram localizadas durante as investigações sobre o paradeiro da jovem, que desapareceu no dia 9 de maio e foi encontrada morta um mês depois. Desde então, o carro foi submetido a análise pelo Instituto Médico Legal (IML).

A nota informou que foi realizada “uma série de sete baterias de pesquisas de material genético para os fins de confrontá-lo com o material biológico colhido do corpo da vítima Andrielly”. Durante as pesquisas, classificadas como “exaustivas”, foram realizadas diferentes técnicas, “partindo-se das mais simples para as mais complexas” com o objetivo de identificar material genético em quantidade suficiente no veículo.

Porém, o Laboratório de Genética Molecular Forense do IML não conseguiu obter quantidade suficiente de material genético no banco do veículo. “O corpo de Andrielly foi identificado por meio de obtenção do odontograma da vítima apresentado pela família e respectiva realização do confronto odontológico pelo Serviço de Odontologia Legal do IML. Todas as investigações a cargo do IML/PR foram encerradas há aproximadamente 30 dias”.

Processo

A divulgação acontece durante o período em que são realizadas as audiências referentes ao caso. Nesta quarta-feira (3) foi realizada a segunda audiência com oitiva das testemunhas de acusação. As audiências com as testemunhas de defesa estão marcadas para os dias 10 e 25 de outubro.