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Jovem assume ter incendiado destacamento policial para vingar pai em Presidente Castelo Branco

Caso aconteceu no mês de novembro (Foto: Divulgação) - Jovem assume ter incendiado destacamento policial para vingar pai
Caso aconteceu no mês de novembro (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil de Nova Esperança finalizou o inquérito sobre o incêndio que destruiu o destacamento policial no município de Presidente Castelo Branco (a 32 quilômetros de Maringá), crime ocorrido no mês de novembro deste ano. Um jovem de 21 anos confessou ter iniciado o fogo por vingança.

Na última sexta-feira (16), os policiais haviam prendido um rapaz, filho do dono de um bar, mas neste domingo (18), o irmão do acusado assumiu a culpa pelo incêndio. O rapaz de 21 não tinha antecedentes criminais.

O delegado Leandro Farnese Teixeira contou que o jovem iniciou as chamas para se vingar, pois o pai havia sido preso pela Polícia Militar por falsificação de bebidas. Durante a madrugada, ele foi até o destacamento, colocou fogo no carro particular de um policial e no prédio.

A mãe, a namorada e o irmão do acusado sabiam que ele havia provocado o incêndio. O delegado também ouviu o rapaz que emprestou a mochila usada para levar a gasolina, mas ele alegou não saber o motivo pelo qual o amigo havia pedido o objeto.

Como Teixeira já concluiu o inquérito, o Ministério Público vai decidir se pede ou não a prisão do acusado. A pena para incêndio criminoso é de três a seis anos de prisão, mas é agravada por ser contra um órgão público, o que aumenta para de 4,5 a 9 anos.

O autor do crime alega que pretende pagar pelos prejuízos, pois se arrependeu. Se ele fizer isso antes do processo correr, terá a punição amenizada.

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