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Júri decide pela condenação de ruralista acusado de matar trabalhador rural

(Foto: Terra de Direitos) - Em segundo júri, ruralista é condenado mais uma vez
(Foto: Terra de Direitos)

Os jurados decidiram pela condenação do ruralista e ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Marcos Menezes Prochet, em 15 anos e nove meses de prisão. O resultado, foi o mesmo do júri ocorrido em 2013 e que acabou sendo anulado. O fazendeiro foi considerado culpado da morte do trabalhador rural sem terra, Sebastião Camargo.

Desta vez, foram 15 horas de julgamento, onde cinco testemunhas de defesa e cinco de acusação foram ouvidas. Ao término da sessão, que aconteceu na Segunda Vara Privativa do Tribunal do Júri, em Curitiba, o ruralista foi levado para a prisão. A defesa do réu disse que vai recorrer da condenação.

Sebastião Camargo foi morto aos 65 anos, em 1998, durante um despejo ilegal na Fazenda Boa Sorte, em Marilena, Noroeste do Paraná. Na época, a fazenda já estava em processo de desapropriação para ser destinada à reforma agrária.

Colaboração Terra de Direitos