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Justiça ouve acusados de fraude em licitação de bandas para o Carnaval 2015

A Justiça Federal ouviu cinco réus da Pecúlio nesta segunda-feira (5), entre eles, o ex-secretário da Fundação Cultural, Adailton Avelino, a ex-secretária municipal de Educação, Shirlei Ormenese de Carvalho e o ex-secretário de Administração, Ricardo Vinicius Cuman.

Adailton, mais conhecido como "Cantor", é acusado de fraudar licitações na contratação de bandas para o Carnaval de 2015. Também são citados nesta ação os procuradores Willy Dolinski e Raimundo Neto. Em acordo, os três teriam contratado duas bandas para o Carnafalls.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a lei de licitações autoriza a contratação de artistas sem licitação. Ainda de acordo com o MPF, foi aberto certame em nome de uma pessoa jurídica que não possuía relação com os artistas. O ex-procurador Raimundo Neto afirma ter emitido parecer para o contrato das bandas dentro da lei e que R$ 140 mil foram pagos com dinheiro do município. As bandas contratadas são: Amigos do Pagode 90 - integrada por músicos dos conjuntos Katinguele, Art Popular e Exalta Samba - e banda Cohab City, do cantor Netinho.

Shirlei, por sua vez, é acusada de irregularidades na contratação de merendeiras e zeladoras para as escolas municipais. Ela teria dispensado o edital de licitação e fechado a prestação de serviços em regime de urgência. O advogado da ex-secretária afirmou que ela tinha parecer favorável pela contratação.

Do dia 7 de novembro até agora, 62 réus já foram interrogados pela Justiça. Oito e cinco pessoas foram indicadas. Esta é a quinta semana de depoimentos. Quatro réus da Operação Pecúlio permanecem presos.

Colaboração: Vinicius Machado/Rede Massa.

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