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Mais de dez pessoas teriam participado de espancamento no Ganchinho

(Foto: Colaboração Ailton Vieira/Rede Massa) - Mais de dez pessoas teriam participado de espancamento no Ganchinho
(Foto: Colaboração Ailton Vieira/Rede Massa)

As investigações iniciais do assassinato de Manoel Lourenço Gonçalves, de 47 anos, indicam que pelo menos 10 pessoas teriam participado do linchamento. O homem foi morto ao ser agredido em um terreno no bairro Ganchinho, em Curitiba.

De acordo com as primeiras informações, Gonçalves foi agredido com diversos chutes e socos. Em seguida seu corpo foi jogado em uma valeta.

A agressão teria ocorrido porque Gonçalves teria abusado sexualmente e mulheres e teria mostrado seus órgãos genitais para uma criança. Porém, nenhuma vítima foi identificada pela polícia.

Um familiar do homem esteve no local do crime e falou que ele trabalhava como pedreiro.

A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa investiga o caso.

Justiceiros

De acordo com o delegado da DHPP, Fábio Amaro, “pseudos justiceiros” seriam os responsáveis pelo assassinato. “Eles teriam invadido a residência dele (Gonçalves), retirado ele de sua casa e depois de uma certa cobrança mais áspera, teriam o agredido até a morte”, disse ele que classificou o caso como um “crime extremamente bárbaro”.

Em entrevista à Rede Massa, o delegado ainda ressaltou a importância de acionar a polícia para denunciar crimes, ao invés de fazer a Justiça com as próprias mãos. “As pessoas que fizeram esse crime, caso o abuso não tenha ocorrido, cometeram além de uma injustiça um fato extremamente grave que requer a devida apuração das autoridades”.