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Mais um grupo de venezuelanos é recepcionado no Paraná

Mais um grupo de venezuelanos é recepcionado no Paraná

A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf) do Paraná recepcionou, na sexta-feira (15), um novo grupo de 109 venezuelanos que chegou a Curitiba. Os imigrantes vieram de Boa Vista (RR), transportados em avião da Força Expedicionária Brasileira (FAB), numa ação da Operação Acolhida.

Após o desembarque, 90 venezuelanos foram levados até a casa de Acolhida Dom Oscar Romero, na vila Fanny, em Curitiba. Outras 19 pessoas foram enviadas para a SOS Aldeias, em Goioerê. Com a chegada de novos representantes, o total de venezuelanos que está no Paraná chega a 406 pessoas.

O secretário da Sejuf, Ney Leprevost, explica que o Estado oferece todo o suporte para que o migrante tenha acesso às políticas sociais, de saúde, trabalho e justiça.

“Vamos encaminhar os venezuelanos, a pedido de instituições parceiras e também do Ministério da Cidadania, para o local onde serão recepcionados. Nos próximos dias, este grupo será cadastrado para que a Secretaria da Justiça, por meio do Departamento do Trabalho, possa auxiliá-los a encontrarem uma oportunidade no mercado de trabalho”, enfatiza o secretário.

Leprevost também destacou que a acolhida atende à determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, para que todas as pessoas que vêm como refugiadas tenham uma nova oportunidade no Estado.

A operação de acolhida integra o processo de interiorização de imigrantes venezuelanos, iniciada pelo Governo Federal no final de 2018, e é comandada pela Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Defesa, Organização das Nações Unidas (ONU) e outros organismos da sociedade civil. 

Acolhida

Dom Romero, coordenador da Casa da Acolhida, que é onde os refugiados ficarão, explica que o espaço tem a estrutura física adequada para fazer o acolhimento. A gestão da Casa é feita pela Ação Social do Paraná, que já mantém o Asilo São Vicente de Paulo.

“É um grande compromisso que o Estado do Paraná tem para com o povo venezuelano, que vive situação grave de abandono”, salienta o padre José Aparecido. O coordenador também ressaltou que agora é o momento que essas pessoas têm de conseguir uma nova oportunidade. “Estamos falando de pessoas que têm família e que vão poder, neste instante, serem acolhidas e, depois, buscarem um emprego, um espaço, uma casa para morar”, ressalta.

Centro

O Centro de Informação para Migrantes, Refugiados e Apátridas do Paraná (Ceim-PR) o órgão vinculado à Seju que oferece acesso a serviços públicos estaduais e municipais, como regularização do status migratório; direitos fundamentais e legislação trabalhista; matrícula e revalidação de estudos realizados no exterior; e serviços e benefícios da Política de Assistência Social.

Colaboração Agência Estadual de Notícias

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