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Médica acusada de antecipar mortes no Evangélico é absolvida

(Foto: Luis Dantas / Wikipedia) - Médica acusada de antecipar mortes no Evangélico é absolvida
(Foto: Luis Dantas / Wikipedia)

A médica Virgínia Helena Soares de Souza, acusada de antecipar a morte de internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico de Curitiba, entre 2006 e 2013, quando atuava como Chefe da UTI do Hospital, foi inocentada das acusações na noite desta quinta-feira (20).

De acordo com a nota divulgada pelo advogado da acusada Elias Mattar Assad, o Juiz Daniel Surdi de Avelar, da 2ª Vara do Júri de Curitiba, “julgou improcedente a denúncia, absolveu sumariamente e impronunciou a médica Virgínia entendendo que o processo deve ser encerrado, sem necessidade de julgamento pelo júri popular”.

Além disso, o Conselho Regional de Medicina também inocentou a médica. Nesta sexta-feira (21), Virgínia fará uma entrevista coletiva no escritório do advogado de defesa para falar da absolvição no caso.

Ação Indenizatória

Além da absolvição, a médica também ganhou uma ação indenizatória na Justiça do Trabalho movida contra o Hospital Evangélico que foi indenizado em R$ 4 milhões.

O caso

Em fevereiro de 2013, a então chefe da UTI do Hospital Evangélico e outros seis funcionários foram acusados de antecipar a morte de sete pacientes internados em estado grave, desde 2006, sem o consentimento dos próprios ou familiares.