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Ministério Público abre inquérito para investigar pichações na UEL

(foto: WhatsApp/Divulgação) - Ministério Público abre inquérito para investigar pichações na UEL
(foto: WhatsApp/Divulgação)

A promotora do Meio Ambiente Solange Vicentin instaurou inquérito civil público para apurar as pichações registradas em prédios da Universidade Estadual de Londrina (UEL) durante a ocupação dos estudantes. Entre os prédios vandalizados está o da capela, réplica da primeira catedral da cidade.

Os prédios haviam sido pichados em um final de semana. No feriado de 15 de novembro, membros de um grupo intitulado “Filhos da UEL” fizeram um mutirão de limpeza no campus, cobrindo as pichações. Na noite seguinte, no entanto, alguns locais voltaram a ser pichadas. Em uma delas, o tom foi de provocação: “a gente pixa (sic) e vocês pintam. Vamos ver quem tem mais tinta?”. Outras traziam dizeres como “limpa de novo”, “limpa mais”.

O Ministério Público apura a infração ambiental de pichação, que prevê detenção de três meses a um ano de prisão e multa. Se o alvo for um monumento tombado por valor histórico, a pena sobe para seis meses a um ano de prisão.

A promotoria encaminhou oficio à UEL para tentar identificar os responsáveis, solicitando eventuais filmagens dos atos por câmeras de segurança do campus. A secretaria municipal do meio ambiente também foi notificada para fiscalizar o local para comprovar a denúncia de pichação.

Segundo o termo de deliberação, além dos autores da pichação, os responsáveis pela ocupação dos prédios da universidade e do movimento grevista também podem ser autuados pelo episódio.