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Pais falam sobre revolta após morte de bebê em ambulância sem médico

Os pais de Pedro Henrique, bebê que morreu a caminho do hospital após a mãe ser transportada em uma ambulância sem médico, no último final de semana, falaram sobre a dor e revolta de perder a criança.

De acordo com os pais, a mulher começou a sentir dores quando ainda faltavam 15 dias para que o bebê nascesse. Ela e o marido foram até o hospital de Itaperuçu, onde moram, para receber atendimento. No entanto, os pais relatam sobre a demora para que a mãe fosse atendida e a falta de médico no local, já que ela teve que ser encaminhada para uma maternidade em Curitiba.

O veículo designado para o transporte da paciente foi uma ambulância simples, somente com o motorista, sem a presença de um profissional da saúde. No caminho, a mulher entrou em trabalho de parto e, na falta de um médico, o marido da paciente teve que acompanhar o nascimento do filho sem um especialista. Sem estrutura hospitalar, o bebê não resistiu e acabou falecendo.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Itaperuçu informou que o hospital da cidade é particular, mas que o município tem convênio para que os moradores recebam atendimento em casos emergenciais. A Secretaria afirmou ainda que o caso será investigado para apurar se houve falha no atendimento da unidade.

Colaboração Márcio Barros/ Rede Massa