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Paraná é líder nacional na produção de tilápias

(Foto: Divulgação/ Aquabel)  - Paraná é líder nacional na produção de tilápias
(Foto: Divulgação/ Aquabel)

Dados do Anuário Brasileiro da Piscicultura mostram que o Paraná é líder na criação de tilápias no país, com 123 mil toneladas cultivadas em 2018. No ano passado, mais de 400 toneladas do peixe foram produzidas no Brasil, com crescimento de 11,9% em relação ao ano anterior.

Depois do Paraná, a segunda maior produção é de São Paulo, com cerca de 69 mil toneladas e Santa Catarina, com 33 mil. Considerando a criação de peixes em geral, a participação paranaense alcança o segundo lugar no país, com 15%.

No Paraná, o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento projeta crescimento de 20% na atividade neste ano, com a expectativa de chegar a 170 mil toneladas de carne de peixe. A previsão leva em conta o incentivo ao consumo de pescados e também à entrada de novas indústrias no segmento, com aumento da oferta ao consumidor. “Os pescados de cativeiro são produzidos de forma racional, não agridem o ambiente e, em muitos casos, até melhoram a qualidade da água”, comentou o  Engenheiro de Pesca Ronan Maciel Marcos.

Londrina

De acordo com o Engenheiro de Pesca Cleverson Luiz de Oliveira, que atua na elaboração de projetos de psicultura e processamento de pescado em todo o Paraná, a região de Londrina é responsável pela produção anual de 8 mil toneladas de pescados, com destaque também para a tilápia.

O Engenheiro detalha que a região possui quatro indústrias de processamento dos pescados em filés e postas, além de tanques de rede na Represa Capivara, localizada nos municípios de Centenário do Sul, Alvorada do Sul e Primeiro de Maio. Já na cidade de Rolândia está fixada a sede da maior empresa brasileira em reprodução e fornecimento de filhotes de peixes para engorda e abate em tanques, a Aquabel.

“A região de Londrina representa 10% da produção estadual. Vejo que com a presença de empresas e indústrias tão importantes é possível afirmar que a região é favorável para este segmento e que tem potencial para crescimento nos próximos anos”, assegura o Engenheiro Cleverson.

Colaboração Assessoria de Imprensa

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