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Pecúlio: vereadores negam acusações e recebimento de mensalinho

Três vereadores foram interrogados pela Justiça Federal nesta terça-feira (6). Zé Carlos (PMN), Edilio Dall' Agnol (PSC) e Hermógenes de Oliveira (PSC) negaram todas as acusações, principalmente, o suposto recebimento de mensalinho, espécie de pagamento feito aos parlamentares pelo até então prefeito Reni Pereira (PSB) em troca de apoio político.

Edilio é acusado de requisitar vaga de recepcionista para uma amiga de sua assessora. Ele nega e disse que indicou Sergio Beltrame para resolver problemas administrativos. Beltrame, então, teria sido procurado para conseguir uma vaga em uma empresa terceirizada. Três empresas serviriam como cabides de empregos para indicações de vereadores. Ele nega todas as acusações.

Hermógenes de Souza nega que seria o chefe do mensalinho. Também é suspeito de fretar um ônibus com dinheiro público para transporte de pais e alunos. Quanto a isso, afirmou que o transporte foi pago por ele e pelos próprios pais.

Outros três réus também foram ouvidos, entre eles, o ex-secretário de Governo, Sergio Leonel Beltrame, acusado de peculato e organização criminosa. Ele teria desviado cerca de R$ 5 mil mensais para um esquema criminoso destinado a propina, com a ajuda de Melquizedeque de Souza e Reni Pereira.  

Também foi citado como organizador de uma viagem de populares que pegariam um ônibus para serem levados a um velório. No entanto, existe uma lei municipal que garante o serviço a famílias carentes. Por parte do parlamentar Paulo Rocha (PSB), teria recebido o pedido de nomeação de quatro pessoas em troca de apoio político. Ele negou e disse que é comum a entrega de currículos na Câmara pelos moradores da cidade.

Colaboração: Vinicius Machado/Rede Massa.

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