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PM suspeito de estuprar jovens tem prisão convertida em preventiva

Foto: Reprodução/Redes Sociais - PM suspeito de estuprar jovens tem prisão convertida em preventiva
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O policial militar Peterson da Mota Cordeiro, suspeito de ter estuprado, pelo menos, três jovens, em Curitiba, teve a prisão temporária convertida em prisão preventiva pela Justiça, na tarde desta quinta-feira (9). A informação foi confirmada pela delegada Eliete Kovalhuk, da Delegacia da Mulher.

“A prisão era temporária, por conta das investigações e com a confirmação dos fatos e da autoria dos crimes, ela foi convertida para preventiva”, afirmou a delegada.

Com a conversão da prisão, não há mais um prazo para que Peterson deixe a unidade prisional. Atualmente ele está detido em um Batalhão da Polícia Militar, mas, de acordo com Kovalkuk, ele deve ser transferido para o departamento penitenciário quando for desligado da corporação.

Ao todo, 17 mulheres já procuraram pela Delegacia da Mulher se dizendo vítimas do policial militar. Todos os casos são investigados pela polícia.

Prisão

Peterson foi preso no dia 20 de julho, após investigações de estupros pela Delegacia da Mulher. De acordo com a Polícia Civil, o PM conhecia as vítimas por aplicativos de relacionamentos e redes sociais e após ganhar a confiança delas, praticava os atos violentos, as ameaçando caso não fizessem o que ele mandava.

Além dos casos de estupro, Peterson também é o principal suspeito pelo desaparecimento e morte de Renata Larissa, de 22 anos, que estava desaparecida desde o dia 27 de maio, quando saiu de casa, no bairro Guaraituba, em Colombo, e não voltou mais.

O corpo de Larissa foi encontrado na manhã de 01 de agosto, às margens da BR-376, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana. O corpo da jovem foi encontrado após os policiais civis da Delegacia da Mulher cumprirem um mandado de busca e apreensão na casa de Peterson, onde acabaram encontrando vídeos em que Larissa aparecia, o último deles feito minutos antes dela ser morta.

Com informações de Ana Flavia Silva/Rede Massa