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Polícia divulga retrato falado de sequestradores da família de bancário

(Foto: Divulgação/Tigre) - Polícia divulga retrato falado de sequestradores
(Foto: Divulgação/Tigre)

O Grupo Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão) da Polícia Civil do Paraná, responsável pelas investigações do sequestro envolvendo a família do gerente-geral de uma agência bancária de Santo Antônio da Platina, na última semana, divulgou na quarta-feira (14) os retratos falados de dois dos três criminosos que exigiram dinheiro ao bancário em troca da vida de sua mulher e das duas filhas do casal.

O delegado-chefe do Tigre, Luís Fernando Viana Artigas Júnior, disse por telefone que as investigações avançaram. Além da divulgação dos retratos falados de dois dos sequestradores elaborados a partir de informações com as características dos criminosos, outro detalhe importante chamou a atenção das vítimas, o sotaque de um dos integrantes da quadrilha, típico de moradores da região sul do País.

Artigas Júnior informou que os trabalhos estão sendo desenvolvidos em conjunto com a 38ª Delegacia Regional de Polícia, porém, que os detalhes só serão divulgados ao passo que as informações não comprometam as investigações. “A princípio, o que podemos divulgar são apenas os retratos falados para que a população possa colaborar com os trabalhos da polícia através de denúncias, mesmo que de forma anônima”, ponderou.

As informações podem ser repassadas através dos telefones (43) 3534-8900 e (41) 3270-1950.

Relembre o caso

Na noite de quarta-feira (7), três homens fortemente armados com pistolas e fuzis renderam o bancário e sua família dentro da casa em que moram, no Centro da cidade. Apenas um dos suspeitos estava com o rosto coberto.

As vítimas foram ameaçadas durante toda a madrugada e, pela manhã, a quadrilha ordenou que o bancário mantivesse a rotina de trabalho para sacar R$ 200 mil em dinheiro do cofre central da agência sem levantar suspeitas. Desta forma, ele garantiria a integridade física de sua família.

Pouco tempo depois de cumprir a ordem da quadrilha e entregar o dinheiro aos criminosos, a mulher e as duas filhas do bancário foram libertadas na área rural de Joaquim Távora.

Colaboração tanosite.com