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Policial vira ré por morte de copeira, mas pode trabalhar

(Foto: Rede Massa) - Policial vira ré por morte de copeira, mas pode trabalhar
(Foto: Rede Massa)

O  juiz Daniel Ribeiro Surdi de Avelar, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba, aceitou nesta segunda-feira (13) a denúncia contra a policial civil Kátia das Graças Belo em que ela é acusada de matar a copeira Rosária Miranda da Silva, de 45 anos, no final de dezembro, quando a vítima saía de uma festa de confraternização da empresa em que trabalhava. Apesar da denúncia ser aceita, a acusada pode continuar trabalhando, já que foram negados os pedidos de prisão preventiva e de que ela fosse afastada das funções públicas. Agora, Kátia tem dez dias para apresentar a defesa prévia à Justiça.

Com a decisão, a acusada segue realizando trabalhos administrativos e não pode portar arma de fogo em nenhuma circunstância. Kátia trabalha no Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria).

O caso

O assassinato aconteceu quando Rosária saía de um restaurante que fica na Rua Mateus Leme, no Centro Cívico, em Curitiba. Uma policial civil do Núcleo de Proteção à Criança e Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) confessou que foi a responsável pelo disparo que vitimou a copeira. A justificativa seria de que a policial atirou por causa do som alto na festa. Foram pelo menos seis disparos.

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