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Rebelião continua na Penitenciária Estadual de Cascavel

A rebelião continua na Penitenciária Estadual de Cascavel (PEC). Os detentos se rebelaram na tarde de quinta-feira (9), renderam três agentes e ‘tomaram’ pelo menos parte da unidade.

As forças de segurança transferiram durante a madrugada 150 detentos, sendo que 100 foram levados até a Penitenciária Industrial de Cascavel (PIC) e 50 para a cadeia pública da 15ª Subdivisão Policial. 


Até o momento, as informações dão conta de que os dois agentes que permanecem reféns, estão feridos, mas bem. Um agente foi libertado na tarde de quinta-feira. Ele apresentava vários ferimentos, foi socorrido e levado ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop). Apesar da grande quantidade de ferimentos, ele não corre risco de morte.

Rebelião continua na Penitenciária Estadual de Cascavel

Negociação

As forças de segurança conversam e tentam negociar com os presos rebelados desde o início do motim. Não há confirmação da quantidade de presos feridos e apenas uma morte de preso foi confirmada até o momento. Thiago Gomes de Souza foi decapitado.

A Secretaria de Segurança e Administração Penitenciária (Sesp) emitiu nota relatando que a rebelião foi iniciada após uma briga entre facções.

A expectativa é que as negociações avancem e a situação seja contornada nesta sexta-feira (10).

2014

Em 2014 outra grande rebelião foi registrada na PEC. Cerca de 90% da unidade foi destruída e foram investidos R$ 1,5 milhões para a reconstrução. Cinco presos morreram.

Atualização - 09h49

A Sesp divulgou nota sobre a situação, confira:

A Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná informa que seguem as negociações, realizada pela unidade específica da Polícia Militar, com os presos amotinados na Penitenciária Estadual de Cascavel. A situação está  administrada e a direção do Depen está no local. Os dois agentes penitenciários que estão como reféns estão bem. A Sesp informa ainda que dois presos foram mortos pelos amotinados. A identificação de ambos será confirmada após encerramento do motim. A Sesp e o Depen não vão se pronunciar até o fim do motim afim de preservar a negociação.

Colaboração Cristiane Guimarães/André Garcia/Rede Massa