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Terceiro suspeito de latrocínio contra cabeleireiro é preso; vítima foi encontrada em armário

(Foto: Divulgação/Polícia Civil) - Terceiro suspeito de latrocínio contra cabeleireiro é preso
(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

O terceiro e último suspeito de envolvimento no latrocínio do cabeleireiro José Carlos de Oliveira, de 57 anos, foi preso na manhã desta quinta-feira (18), em uma pousada na região central de Curitiba. A vítima foi assassinada na madrugada do dia 3 de outubro, e encontrada morta dentro de um armário do próprio apartamento, após o porteiro do prédio ouvir gritos vindos do décimo andar do local.

Márcio Fogaça da Silva “Pulga”, de 35 anos, teria ajudado Douglas Farias da Rosa e Wilsinei Magali de Oliveira – ambos presos – a cometer o crime, registrado no Centro da capital. De acordo com o delegado da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Luiz Alberto Cartaxo, Douglas seria o autor do crime, enquanto os outros dois envolvidos teriam ajudado a roubar os pertences da vítima, que estava morta dentro do apartamento. “Não resta dúvida de que se trata de latrocínio. O autor é o Douglas e os outros dois tiveram coparticipação no sentido de tirar os produtos do apartamento. Viram a pessoa morta, discutiram entre si e tiraram os pertences”, disse.

O suspeito negou a participação no crime e disse que estava passando em frente ao prédio quando foi abordado por Magali, que é garota de programa. “Não matei ninguém, ajudei a garota de programa a descer uma sacola, diz ela, de roupas que ia levar para um cliente dela para trocar por um tratamento de cabelo. Se eu soubesse [do crime] pode ter certeza que eu não estaria na frente do prédio. Fiz isso para ganhar R$ 20, sou usuário de drogas, só isso, nunca vi aquele cara [Douglas]”, afirmou.

Para Cartaxo, porém, não há dúvidas da participação de Pulga que, durante entrevista, chegou a afirmar que se entregou à polícia. “Não resta dúvidas, temos filmagens, inclusive uma muito clara dele [Pulga] saindo com os objetos de dentro do apartamento. Também temos identificação deles feitas pelas testemunhas envolvidas no caso. Ele nega, mente muito, mente até que se entregou para a polícia”, afirmou o delegado.

Os três envolvidos devem ser indiciados por latrocínio, e permanecem à disposição da Justiça.