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Apesar de pedido de suspensão, sessão que debate ajustes segue na Alerj

Apesar do pedido de um grupo de deputados estaduais do PSOL, do PT e do PDT para que a sessão desta tarde na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) fosse suspensa, o presidente da casa, Jorge Picciani (PMDB), manteve a pauta e os debates sobre os dois primeiros projetos de lei do pacote de ajuste fiscal anunciado pelo governo fluminense no último dia 4 continuam.

Do lado de fora da sede da Alerj, manifestantes tomaram as escadarias de entrada. Os portões são guardados por agentes do Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM). Por volta de meio dia, houve confronto após manifestantes derrubarem as grades que cercavam o Palácio Tiradentes.

Alguns deputados defenderam os debates, mesmo sendo contrários ao pacote. "Vamos mandar de volta toda a porcaria que o Pezão mandou para cá. Ele poderia ter tomado várias dessas medidas por decreto", disse a deputada Cidinha Campos (PDT), que foi secretária estadual de Defesa e Proteção ao Consumidor do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB).

Mesmos os deputados que pedem a suspensão da sessão aproveitaram a tribuna da Alerj para criticar um dos projetos em discussão hoje, o que reduz o valor mínimo das condenações judiciais a partir do qual o Estado do Rio pode pagar com títulos precatórios.

"É mais uma proposta em que se mira no andar debaixo. Os que têm pequenas quantias para receber do Estado vão ter de passar para a fila dos precatórios. Microempresários e servidores que sofreram acidente de trabalho não conseguirão reestruturar suas vidas", disse o deputado Flavio Serafini (PSOL).