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Justiça ordena prisão preventiva de Adriana Ancelmo, mulher de Cabral

NICOLA PAMPLONA

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, determinou a prisão preventiva da advogada Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sergio Cabral (PMDB-RJ), preso pela Operação Calicute.

A decisão acolhe pedido do Ministério Público Federal. Quando a operação foi deflagrada, em novembro, Bretas havia negado o pedido de prisão de Ancelmo.

"Ocorre que, segundo o órgão ministerial, o aprofundamento das investigações revelou que Adriana Ancelmo, na verdade, ocuparia posição central na organização criminosa capitaneada por seu marido", justificou o juiz, na decisão desta terça (6).

Segundo a Procuradoria, ela seria uma das principais responsáveis por ocultar recursos recebidos indevidamente por Cabral, usando seu escritório de advocacia e "verdadeira fortuna em joias de altíssimo valor".

Além da prisão preventiva, o juiz autorizou busca e apreensão na casa de Ancelmo, para o recolhimento de documentos, mídias e outras provas, assim como joias, pedras preciosas, objetos de arte e valores em espécie acima de R$ 30 mil ou US$ 10 mil.

Preso desde o dia 17 de novembro, Cabral e outros 15 investigados pela Operação Calicute foram denunciados na semana passada à Justiça pelos crimes de corrupção passiva e ativa, organização criminosa, lavagem de dinheiro, entre outros.

Cabral e sua mulher negam envolvimento em irregularidades.

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