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Para tentar barrar impeachment, governo faz articulações até o último minuto

Cerca de duas horas antes do início da votação do impeachment na Câmara dos Deputados, membros do governo ainda fazem articulações para tentar barra a abertura do processo contra a presidente Dilma Rousseff.

Pouco antes das 12 horas, o deputado federal Adail Carneiro (PP-CE) chegou ao Palácio da Alvorada para um encontro com a presidente. Ele não quis falar com a imprensa, mas a presença do parlamentar do PP é um sinal de que nem toda a bancada deverá votar conforme orientação do partido. Há pouco, o vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), também se manifestou contrário ao impeachment.

Os ex-ministros e deputados Marcelo Castro (PMDB-PI) e Celso Pansera (PMDB-RJ) foram mais cedo ao Alvorada, mas já saíram do local, também sem falar com os jornalistas.

Por volta das 12h10, foi a vez da ministra da Agricultura, Kátia Abreu (PMDB), se reunir com Dilma. Kátia é um dos ministros do PMDB que se recusaram a deixar o cargo depois de o partido romper oficialmente com o governo. Desde o desembarque da sigla, a ministra tem feito uma defesa aguerrida da presidente Dilma e do governo, colecionando desafetos dentro do próprio partido. Ela é alvo de um pedido de abertura de processo de expulsão do PMDB por ter desrespeitado a decisão da cúpula partidária.

O ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues (PR), também foi ao Palácio da Alvorada para se encontrar com Dilma. Ele chegou por volta das 12h40 e permanece no local.

Pela manhã, antes de receber os políticos, Dilma fez sua tradicional pedalada matinal, acompanhada de dois seguranças.

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