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Professor Galdino será ouvido por Comissão Processante na tarde desta sexta-feira

(Foto: CMC) - Mais testemunhas prestam depoimento; Galdino será ouvido à tarde
(Foto: CMC)

Quatro testemunhas foram ouvidas na manhã desta sexta-feira (11), pela Comissão Processante da Câmara de Vereadores de Curitiba, que apura as circunstâncias do episódio em que a vereadora Carla Pimentel (PSC), acusa o vereador Professor Galdino (PSDB) de agressão.

O vereador Beto Moraes (PSDB) foi o primeiro.  Ele disse que “estava na sala quando Galdino ofereceu o santinho à Carla Pimentel e que viu o colega ‘apalpar’ a vereadora, mas não viu onde a mão pegou”.

A segunda testemunha foi Denise leal, assessora parlamentar do acusado. Ela disse que “não presenciou a situação e que Galdino nunca a desrespeitou”.

Na sequência o vereador Chicarelli (PSDC) prestou depoimento. Ele foi arrolado pela defesa e acabou sendo dispensado como testemunha, mas ouvido como informante. A decisão, segundo a Comissão, foi tomada pelo fato de “Chicarelli ter grande amizade com Professor Galdino”. O vereador disse que “Galdino ficou perturbado por entregar o santinho a Carla, com receio de punições eleitorais”.

Fernando Tupan, assessor de Galdino, afirmou que “não estava presente no momento dos fatos, mas que orientou o vereador a pedir de volta o santinho que tinha repassado para a colega, para não ser acusado de distribuir santinhos na Câmara”. Ele também disse que “Galdino não é destemperado, mas que tem ‘um jeito de família’ de falar alto e grosso”. O assessor também destacou que “Carla Pimentel entrou em contradição em entrevistas feitas na Delegacia”.

A Comissão ainda decidiu que a psicóloga Marisa Lobo, que não compareceu nas duas convocações, não será ouvida.

A sessão foi interrompida e será retomada à tarde, a partir das 14 horas com a oitiva de Professor Galdino.