A cultura do cancelamento pode influenciar negativamente

O movimento hoje conhecido como “cultura do cancelamento” começou, há alguns anos, como uma forma de chamar a atenção para causas como justiça social e preservação ambiental, sendo uma maneira de amplificar a voz de grupos oprimidos e forçar ações políticas de marcas ou figuras públicas.

O cancelamento é diferente da “trollagem” típica de internet, que ocorre eventualmente com insultos coordenados e frequentemente utilizada em disputas de opinião entre usuários das redes. O “cancelamento” é um ataque à reputação que ameaça o emprego e os meios de subsistência atuais e futuros do cancelado.O ato é extremamente frequente nos Estados Unidos e atinge, principalmente,  personalidades famosas, mas também anônimos.

No início desta semana viralizou nas redes um vídeo da participante do BBB 2021 Karol Conká gritando com Lucas, outro participante, e o proibindo de conversar enquanto ela almoçava. O comportamento da cantora evidencia a “cultura do cancelamento” na prática, em que o objetivo é ignorar uma pessoa e apontar um erro para ela se redimir.

Alguns casos de cancelamento no Brasil ganharam destaque como o da influencer Gabriela Pugliesi que fez uma festa em plena pandemia. MC Gui que ridicularizou uma criança em um parque da Disney, causando a maior revolta no público e Thaila Ayala que aproveitou o momento complexo que o mundo vive por conta da pandemia do coronavírus, para lançar sua grife de roupas intitulada Vírus 2020. Até a cantora Anitta viu todas as suas conquistas como cantora em perigo quando foram vazados áudios em que ela falava mal de amigas famosas.

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