Confira cinco livros para ler e se divertir nas férias

As férias de julho geralmente são mais curtas e muitas famílias questionam o que fazer neste tempo em que a maioria dos adultos continua no trabalho. Videogame e passeios no shopping acabam sendo alternativas frequentes, mas nem sempre trazem estímulos e contribuições significativas para as crianças e adolescentes.

Com o objetivo de auxiliar pais, avós, tios, padrinhos e trazer uma opção que ajude na construção de memórias positivas, a Editora Maralto aponta cinco livros para o período. As obras são atrativas tanto pelas narrativas, quanto pelas ilustrações e formatos.

Confira as sugestões:

  • A bola do vizinho, de Raquel Matsushita (36 p., R$ 39,90)
    Duas crianças brincam sozinhas em seus quintais vizinhos. Mas uma bola nas mãos do menino promove uma curiosa aproximação com a menina, até então do outro lado da cerca. O que poderia ser um jogo, mostra-se uma grande disputa em torno do tamanho da bola, que nas mãos de um e outro vai se apresentando em versões cada vez maiores e mais coloridas.
  • Só de brincadeira, escrito por Leo Cunha e ilustrado por Anna Cunha (56 p., R$ 39,90)
    Os vinte e cinco poemas desse livro são um elogio às infâncias e à fantasia. Com texto e ilustrações, Leo Cunha e Anna Cunha passeiam por brinquedos e brincadeiras que fazem parte da história das crianças brasileiras, as de hoje e as de ontem: amarelinha, varetas, pula-carniça, bola, boneca, dominó, esconde-esconde, bambolê, vaca amarela, videogame, entre outros.
  • Achando a chave, escrito por Álvaro Faleiros e ilustrado por Fernando Vilela (48 p., R$ 49,90). Com muito humor e criatividade, Álvaro Faleiros desafia os leitores a encontrar as rimas que dão acesso aos cômodos da casa.
  • Pê e o vasto mundo, escrito por Paulo Venturelli e ilustrado por Fereshteh Najafi (64 p., R$ 25,90). A história contada por esse livro é bastante diferente, pois não tem começo, meio ou fim, muito menos reviravoltas. Sendo assim, seu convite também é incomum: mais do que narrar a história de um menino, ele propõe uma experimentação do universo de Pê e da maneira como ele se relaciona com a natureza, com as pessoas e com sua própria imaginação.
  • O rei Artur vai à guerra, escrito por Ruy Espinheira Filho e ilustrado por Raquel Matsushita (96 p., R$ 39,90). Em breve, Alberto vai se mudar da pequena Três Rios para Manacá da Serra, para continuar seus estudos em um internato. No tempo que antecede sua partida, acompanhamos sua rotina na cidade, com os amigos e a família: brigas entre turmas rivais, matinês de cinema, apostas com o amigo Euclides em torno das aventuras de uma heroína da selva em um seriado exibido semanalmente, muitas leituras, a escrita de poemas e a ideia para um romance.