Saúde: conheça os tratamentos para o Alzheimer

A cada quatro segundos uma pessoa é diagnosticada com demência no mundo, e o número de novos casos aumenta conforme as pessoas vivem mais

No brasil, segundo o ministério da saúde, o Alzheimer afeta cerca de 33% da população com mais de 85 anos. Mulheres recebem mais esse diagnóstico que os homens, em parte porque elas têm uma expectativa de vida mais alta. Embora não existam dados consolidados no país, estima-se que temos 1,2 milhão de brasileiros com a doença atualmente. Em 2050, a estimativa é que esse número chegue a 4 ou 5 milhões.

Quadro caracterizado pelo declínio lento e progressivo das funções cognitivas, ou seja, memória, atenção, linguagem e orientação, e que afeta uma parcela das pessoas ao envelhecer. O Alzheimer não é a única doença capaz de levar à condição, mas estima-se que seja responsável por 60% a 80% dos casos de demência. É importante lembrar que as demências não são naturais do envelhecimento. Todo mundo passa a esquecer de coisas a partir de uma certa idade, e pode demorar mais para processar informações. No entanto, muita gente chega aos 90 anos com total lucidez e independência.

Com o passar do tempo, os depósitos se espalham para mais partes do cérebro e afetam outras funções mentais, como linguagem, orientação espacial, pensamento lógico e regulação das emoções, entre outras. Na fase mais avançada, os prejuízos motores se iniciam, e a pessoa tem dificuldade para ficar de pé, caminhar, engolir, controlar o esfíncter etc. Tornando-se totalmente dependente. O Alzheimer em si não mata; suas complicações é que são fatais, como a pneumonia. Dos primeiros prejuízos à memória até a fase avançada podem se passar 10 ou 15 anos.

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