Saúde assina novo contrato com Pfizer por mais 100 mi de doses com entrega até dezembro

Por Ricardo Brito

Frascos rotulados como de vacina contra Covid-19 em frente ao logo da Pfizer em foto de ilustração

BRASÍLIA (Reuters) – O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira ter assinado um segundo contrato com o laboratório norte-americano Pfizer para receber até o final do ano 100 milhões de doses do imunizante contra Covid-19 desenvolvido pela empresa com a parceira BioNTech, totalizando 200 milhões de doses da vacina.

“O Ministério da Saúde informa que já assinou o contrato com a Pfizer e aguarda a assinatura do laboratório. Cabe ressaltar que há uma diferença de fuso horário, já que a sede da empresa está na Bélgica. A expectativa da pasta é receber as 100 milhões de doses contratadas a partir de setembro de 2021”, informou a pasta em nota.

Mais cedo, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, havia afirmado que 30 milhões de doses da vacina da Pfizer provenientes do segundo contrato com o laboratório serão entregues em setembro e as demais 70 milhões até o final do ano.

“O presidente da República autorizou mais uma compra de 100 milhões de unidades de vacinas da Pfizer”, disse Queiroga em solenidade no Palácio do Planalto, ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

“Essas vacinas serão entregues ainda este ano: mais de 30 milhões no mês de setembro e as demais até dezembro”, acrescentou.

O governo federal assinou em março um primeiro contrato com a Pfizer para aquisição de 100 milhões de doses da vacina da empresa — muitos meses após ter iniciado as negociações com o laboratório ainda no ano passado. Até o momento, o país recebeu cerca de 1,6 milhão de doses do imunizante.

Além da vacina da Pfizer, o Ministério da Saúde tem distribuído aos Estados as vacinas Oxford-AstraZeneca e CoronaVac, tendo distribuído cerca de 77 milhões de doses no total.

Em solenidade no Palácio do Planalto de liberação de 1 bilhão de reais em recursos para atenção primária reforçar o enfrentamento da pandemia, Queiroga destacou que Bolsonaro lhe incumbiu de impulsionar a campanha de vacinação. O presidente não discursou.

O governo federal tem sido alvo de críticas e de uma investigação da CPI da Covid do Senado por supostamente ter demorado em adquirir vacinas contra coronavírus.

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