Zootecnista alerta sobre os perigos da não adaptação do pet ao novo lar

De acordo com a última pesquisa feita pelo Radar Pet, em 2021 houve um aumento de 30% na adoção de animais de estimação no Brasil. Segundo o levantamento, isso se deu principalmente durante a pandemia. É notório que boa parte dos tutores, cuidam de seus bichinhos como se fossem membros da família, criando laços cada vez mais fortes com eles.

Entretanto, cerca de 23% dos entrevistados são “pais” de primeira viagem e apesar da maioria enxergar os animais com filhos, muitos ainda possuem dúvidas sobre a melhor maneira de adaptar o pet ao seu novo lar. A zootecnista, Regina Herculano Pinto, sugere o que você pode fazer durante e após a mudança de lar.

Quais cuidados os tutores devem ter antes de levar o pet para o novo apartamento?

“É importante que o pet, se possível, não acompanhe todo o estresse da mudança e que seja levado para o novo ambiente, quando o lugar onde ele passará mais tempo, já estiver organizado. Para que ele entenda a nova dinâmica deste ambiente de maneira mais rápida. Não lavar seus itens pessoais de uso também pode ajudar, já que sentir o próprio cheiro e reconhecer objetos familiares trará segurança e conforto ao ser introduzido em um novo local”.

Como o pet pode demostrar, no comportamento, estar insatisfeito ou irritado com a mudança?

“Os pets sabem demonstrar sua insatisfação e tristeza tanto quanto demonstram carinho e alegria. Basta que os tutores estejam atentos ao seu comportamento. Eles tendem a ter ações indevidas para chamar a atenção do tutor, e até destruir objetos. Alguns deles também podem ficar quietos, ou demostrarem sinais mais graves, como perca de apetite, etc.”.

No caso dos cachorros, a zootecnista indica que coloquem a guia da coleira e andem pela casa com ele, apresentando toda a residência de uma vez. “Deixe-o cheirar tudo o que ele quiser, e gastar o tempo que precisar em cada espaço”.

Existe algum brinquedo ou produto que possa ajudar nessa fase?

“Claro! A linha Aromadog da Adoleta Diversão Pet tem a tecnologia de aromaterapia, essa tecnologia funciona através da liberação do aroma pela manipulação da pelúcia pelos pets e desenvolvida especificamente para eles. O aroma de lavanda entra em contato direto com o sistema nervoso do animal quando inalada, trazendo a sensação de relaxamento e bem-estar, culminando na criação de um elo entre o pet e a pelúcia”.

O que os tutores devem evitar fazer nos primeiros dias?

“É importante dedicar mais atenção aos pets durante esse período, para que o pet possa perceber que pode estar à vontade, assim como o tutor no seu novo ambiente. Não deixe o pet durante longos períodos sozinhos e dedique mais tempo ao pet no novo ambiente, para que ele possa associar o novo local a sensação de bem-estar”.

Regina alerta para os tutores ficarem atentos a sinais de não adaptação. “Quando o seu pet não se acostuma à nova casa, ele pode apresentar alguns sintomas como: falta de apetite; choro; andar curvado; tremor; não brincar ou interagir; não urinar ou defecar; vômito e diarreia. Se eles persistirem por mais de 2 ou 3 dias, o ideal é consultar um veterinário”.

Nascida em Campina Grande, Regina Herculano Pinto, 38 anos, é formada em Zootecnia pela Universidade Federal da Paraíba. Em 2019, a empreendedora lançou sua própria marca, a Adoleta Diversão Pet. A marca trabalha com 12 linhas de brinquedos no catálogo, entre elas a Comfort, Interativa, Space, Apito, Pelúcia, Mini Pelúcia Interativa, Fast Food e Rock e Feline Clean.

A Adoleta não tem loja própria ou e-commerce. Os produtos podem ser encontrados em distribuidores e representantes comerciais. O contato pode ser feito pelo WhatsApp: (83) 98825-0729. Para mais informações: adoletadiversaopet.com.br