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Tradição, Folclore, Gastronomia e Natureza num só lugar

Tradição, Folclore, Gastronomia e Natureza num só lugar

O pequeno arraial foi fundado em 1727, mas somente em 1890 que seu nome oficial passou a ser Pirenópolis -  uma homenagem à serra dos Pireneus, que cerca toda a cidade. Este município histórico de Goiás fica a 1h30 de carro partindo de Brasília. Embora tenha excelente infra estrutura para os turistas, a primeira impressão é de que a cidade “parou no tempo” visto que se mantém conservada com sua feição original e suas tradições, tanto que foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional em 1988. A cidade, apelidada de “Capital da Prata”, “Berço da Imprensa Goiana”, “Atenas de Goiás” e “Paris-nópolis” tem sua economia baseada no turismo, artesanato e na linha de frente a extração da pedra que leva seu nome. A “Pedra-de-Pirenópolis” é usada na construção civil para revestimentos e pisos e decora as ruas e casas da cidade. Mas nenhum desses apelidos faria mais jus do que “Cidade das Cachoeiras”, pois são 82 no total, sendo muitas delas abertas para visitação.

Cachoeiras

Quase todas ficam próximas ao Centro da cidade. A partir de 5 km já tem cachoeira para visitar. Entre 10 e 17 km aparecem várias no caminho. Muitas delas com excelente apoio ao turistas, com barzinhos e lanchonetes e boa parte em propriedades particulares, o que significa que o acesso é controlado e pago (em média R$ 25 por pessoa). A água é cristalina e gelada, o que é uma benção visto que o sol de Goiás é “ardido”. Em muitas cachoeiras há possibilidade de fazer trilhas, tirar fotos em mirantes e banhar-se em diversos pontos. Por causa das estradas de chão e quedas da água, a região é propícia também para a prática de rappel, mountain bike, trekking, off road e diversos esportes ligados à natureza.

Artesanato

O Centro Histórico de Pirenópolis tem muitas lojas de artesanato. Impossível não querer levar uma lembrança para casa.  A diversidade é grande: desde ateliês que produzem belas jóias em prata a peças dos mais variados estilos, montadas com pedras brasileiras. Artesanato em madeira, produtos diferenciados de tecelagem manual, materiais rústicos, arte em cerâmica e pedra-sabão são outras opções.

História/arquitetura

As casas com estilo colonial, a Igreja Matriz e a Igreja do Bonfim rendem lindíssimas e coloridas fotos - além das ruazinhas bucólicas e dos casarios preservados dos Bandeirantes do século XVIII.

Gastronomia

A noite da cidade é animada. Diversos restaurantes e bares agitam madrugada adentro. A rua que mais cocentra barzinhos é conhecida como “Passarela do Álcool”(uma referência à Passarela de Porto Seguro). No cardápio dos restaurantes, diversos tipos de peixes, petiscos, moquecas, carnes e panelinhas (como essa da foto, com arroz, peixe, queijo, camarão e ervilhas). Todos os bares oferecem também uma carta de bebidas bem variada- boa parte com mais de 30 opções/tipos de cervejas.

Festa do divino

A cidade é carregada de festas e tradições. A comemoração mais próxima agora é também a mais significativa - a Festa do Divino. São 12 dias da manifestação popular mais importante da cidade e reúne desfiles das bandas de música, queima de fogos, congadas, bailes, entre outros eventos. Na ocasião é realizada a mais conhecida Cavalhada do Brasil – encenação de origem portuguesa que representa a batalha entre cristãos e mouros. A Festa do Divino Espírito Santo é móvel e acontece 50 dias após a Páscoa, durante as comemorações de Pentecostes.

Hospedagem

Em alta temporada é bom fazer reserva, pois em período de férias a cidade costuma ter ocupação máxima. A variedade de pousadas é grande, com opções a partir de R$ 150,00 a diária (alta temporada). Há também possibilidade de alugar casas e camping.

Informações

www.pirenopolis.com.br