Terapia: quando é a hora de buscar ajuda profissional?

Fundamental na busca pelo autoconhecimento e pela melhoria na qualidade de vida, a psicologia ainda enfrenta preconceitos quando é abordada por quem ainda não se informou sobre o assunto. Vista no senso comum como ‘tratamento de gente doida’, a terapia tem uma série de benefícios para o paciente e abrange muito mais do que pessoas com depressão e ansiedade.

É sobre isso que a psicóloga Ketlin Roberto explica na edição do Massa News Entrevista desta semana. Em pouco mais de 20 minutos de bate-papo, a profissional conta que parte desse preconceito deve-se ao fato de a profissão ter sido regulamentada em 1962, pouco tempo em relação a outras atividades já estabelecidas.

“Eu gosto de dizer que o processo terapêutico é preventivo, é você olhar aquilo que está quieto, mas que de certa forma movimenta tua vida como um todo, como em repetição de padrõs, comportamentos impulsivos que às vezes nem você identifica o que é. O processo terapêutico é autoconhecimento, trabalha performance, desenvolvimento e convívio em grupo”, esclarece.

Nos casos das duas doenças mais ‘tradicionais’ em consultórios de terapeutas, depressão e ansiedade, a profissional explica que o diagnóstico normalmente é dado antes mesmo da primeira sessão “Quando um paciente vem já com o diagnóstico de depressão e ansiedade, ele já tem um tratamento multidisciplinar: já passou por psiquiatra, provavelmente já faz acompanhamento nutricional, e a terapia vem como um complemento”, pontua.

“Testemunha de terapia”, como ela mesma se define, Ketlin ensina que “o processo terapêutico olha para você no todo, toda sua base e seu convívio”. “É um processo que pode ser muito rico tanto para quem tem um diagnóstico como para alguém com demandas a serem trabalhadas que, por vezes, ela nem sabe o que é”, descreve.

Na entrevista completa, que está disponível abaixo, a psicóloga também fala um pouco sobre sua abordagem nos consultórios, explica sobre o sigilo profissional e o funcionamento das sessões de terapia online. Acompanhe: