Se meu pai é careca, eu vou ser careca também?

Um dos principais motivadores para a perda de cabelo é a calvície hereditária e ela ocorre com mais frequência em homens do que em mulheres: para homens com casos na família a probabilidade de desenvolvimento da doença chega a 80%. Apesar da predisposição hereditária, a boa notícia é que o estilo de vida e tratamentos com base na ciência podem interromper ou retardar a queda capilar. 

Muitas vezes vista apenas como problema estético, a queda de cabelos vem sendo desmistificada e estudos mostram que ela afeta a autoestima dos homens.  Pesquisa da International Society of Hair Restoration, 75% dos homens com queda capilar se sentem menos confiantes e atraentes ao lidar com conquistas amorosas. Além disso, a queda da autoestima pode comprometer a vida social e o trabalho.

A melhor saída é procurar o tratamento correto logo nos primeiros sinais, que podem surgir ainda na adolescência, quando as taxas de hormônios, em especial a dihidrotestosterona, começam a ficar mais elevadas. Além disso, outros fatores, como os altos níveis de estresse, podem acelerar e agravar ainda mais o problema.

Por isso, a Manual, healthtech focada em saúde masculina, oferece um tratamento especializado e já atendeu mais de 35 mil homens que sofriam com a queda capilar. Além de promover acesso aos tratamentos, também educa sobre a importância de levar a doença a sério.

“A medicina abre possibilidades para quem busca um tratamento seguro, eficaz e acessível. Sabemos o quanto ela afeta a confiança do público masculino. Além disso, são muitos os fatores que podem levar a uma queda capilar e é fundamental a precisão do diagnóstico de um especialista”, diz Rodrigo Brunetti, Country Manager da Manual no Brasil.

“Alguns estudos mostram que a alopecia androgenética afeta 30% dos homens de 30 anos, 50% dos de 50 anos e quase 80% os de 70 anos. Se tratados da maneira correta, os efeitos podem ser diminuídos e, muitas vezes, não sentidos, como em qualquer outra doença. É por isso que achamos tão importante criar uma plataforma que possa auxiliar o homem a se cuidar”, relata Brunetti.

O acompanhamento médico é essencial para que o tratamento e os medicamentos mais adequados sejam prescritos. Além disso, é importante que o paciente tenha conhecimento sobre possíveis efeitos colaterais e saiba como tratá-los se eles aparecerem.

“A calvície tem tratamento. Ainda pode não ter cura, mas é possível minimizar os efeitos ou deixá-los quase imperceptíveis. É por isso que trabalhamos com a conscientização. Além do tratamento, o importante é saber o que é, como cuidar e quais são os efeitos práticos de se tratar essa condição. O papel da Manual, nesse caso, é o de promover o acesso ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento médico em todas as etapas do processo”, finaliza Brunetti.